Governação de TI, Conceitos e Modelos – Parte I – Introdução (Continuação I)

(Continuação) …

Governação é o quadro no qual a estratégia é formalmente gerida/administrada, inclui elementos como a apresentação de relatórios, funções e responsabilidades, as políticas e normas, e a gestão de riscos ”

(Em “Estratégias de Negócios e de TI” – ITSM / OGC – O Governo do Reino Unido)

 

Nota: Sinceramente não entendo porque é que muitos autores e profissionais utilizam o termo Governança e detrimento do termo Governo… ( João Paulino )

 

Conceitos:

  • Processos e Estruturas com o objectivo de garantir que as TI’s suportem e maximizem os objetivos e estratégias da organização.
  • Permite controlar – medir, auditar – a execução e a qualidade dos serviços.
  • Viabiliza o acompanhamento de contratos internos e externos
  • Define condições para o exercício eficaz da gestão com base em conceitos consolidados de qualidade.

Vantagens:

  • Alinhar as estratégias de TI com as do negócio
  • Maior capacidade e agilidade para novos modelos de negócios ou ajustes nos modelos existentes.
  • Demonstra a relação entre aumento nos custos de TI e aumento no valor da informação.
  • Mantém os riscos do negócio sob controlo.
  • Demonstra a importância da TI na continuidade dos negócios.
  • Mede e melhora continuamente a performance de TI.

Defenições:

  • Controlos: Conjunto de políticas, procedimentos, práticas, e estruturas organizacionais desenhadas e desenvolvidas para prover uma garantia razoável de que os objectivos do negócio serão atingidos e que acontecimentos indesejáveis serão prevenidos ou detectados e corrigidos atenpadamente.
  • Objectivos de Controlo de TI: Definição de determinados objectivos e/ou resultados a serem obtidos/atingidos ao implementar procedimentos de controlo numa determinada actividade de TI.

(Continua) …

 

João Paulino

Uma verdadeira relíquia, o Turbo Pascal, ainda se lembram?

 Muitos dos Programadores e Engenheiros Informáticos, na casa dos 40 anos, ainda se lembram do velhinho TP (Turbo Pascal). Quantos e quantas linhas de código foram lá feitas, aqui deixo o link para a versão 5.5 lançada em 1989 (Atenção ao bug do Ano 2000), depois veio o Delphi e o TP morreu!!!

http://dn.codegear.com/article/20803

João Paulino

Recursos para aprender a programar em C/C++, grátis

 Continuando alinhado com os últimos post’s, e essencialmente tendo em atenção os custos associados há aprendizagem de uma linguagem de programação, coloco aqui alguns muito interessantes.

Thinking in C++ 2nd Edition by Bruce Eckel
Free Electronic Book Volume 1 & Volume 2 http://mindview.net/Books/TICPP/ThinkingInCPP2e.html e http://mindview.net/Books/DownloadSites/

Vários exemplos (entre 1992 e 1998) do C/C++ Users Journal (Chuck Allison) http://www.freshsources.com/artsubj.html

Uma revista free sobre C/C++ C-Scene http://www.codersger.de/mags/cscene/index.html

João Paulino

Free Borland C++ Compiler 5.5

É um conjunto de ferramentas que foi lançado no ano 2000 e completamente grátis, inclui:

Borland C++ Command Line Tools

·         C++ Compiler v5.5 (bcc32) 

·         Turbo Incremental Linker (tlink32) 

·         Resource Compiler / Binder (brc32, brcc32)

·         C++ Win32 Preprocessor (cpp32)

·         ANSI/OEM character set file conversion utility (fconvert)

·         Import Definitions utility to provide information about DLLs (impdef)

·         Import Library utility to create import libraries from DLLs (implib) 

·         Turbo Dump to structurally analyse EXE, OBJ and LIB files (tdump)

·         Librarian for symbol case-conversion, creating extended libraries and modifying page size (tlib)

·         Included Libraries

·         Borland C/C++ Runtime Library

·         ANSI/ISO Standard Template Library (STL)

O respectivo link http://www.codegear.com/downloads/free/cppbuilder

Ainda o link para um IDE grátis que pode ser utilizado com o Borland http://www.fifsoft.com/relo

João Paulino

Base de Dados Microsoft SQL Server e Segurança

Base de Dados Oracle e Segurança

Consultoria, laranjas e “Dress Code”

Consultoria, laranjas e “Dress Code”, … podem parecer díspares, mas possuem muito em comum. Ora vejamos, existem laranjas muito agradáveis à vista, lindas pois estão lavadas e polidas. Tudo leva a crer que devem ser doces e muito suculentas. Existem outras que não cativam nada, encontram-se sujas e de casca enrugada. Recorrendo ao senso comum, especialmente ao bom senso, sabemos bem que não é assim.

Nem todas as laranjas sujas e enrugadas podem ser podres e más, nem todas as laranjas lavadas e polidas podem ser suculentas e doces.

Relativamente a polido e limpo, não sendo eu adepto ferrenho do chamado “Dress Code,” quer queiramos ou não, somos julgados pela nossa aparência. No exercício da minha profissão, tenho encontrado os mais variados atavios, mas existem alguns que me deixam perplexo, por exemplo: alguém que se apresenta de fato e gravata (o chamado Informal, e que não deverá ser confundido com Casual ou Smart Casual) com sapatos desleixados, sujos, sem graxa, capas gastas e como cereja no topo do bolo as meias brancas, cor a condizer com o chantilly necessário à cereja. Outra bastante corriqueira é o nó “cego” na gravata, simplesmente deprimente, mais valia a gravata não estar lá, estas modalidades podem ser encontrada em modo combinado ou individualmente.

Existem consultores muito bem ataviados, que são bons profissionais, outros que já foram, outros nunca foram, que tentam vender uma imagem de prestígio, profissionalismo e qualidade, aqui encontramos a semelhança com as laranjas que podem ser lindas, grandes e brilhantes e depois de as abrirmos não têm sumo. No lado oposto, muitas vezes encontramos excelentes profissionais que se escondem por detrás de um estilo relaxado e nada atractivo. Como em tudo existem algumas recomendações que podem ser ou não seguidas, depende se é regra do empregador, do cliente ou uma opção pessoal.

Engraxar o calçado ou se aprende em casa ou já não se aprende, pois antigamente aprendia-se o mais tardar quando se cumpria o serviço militar obrigatório e praticamente não se encontram engraxadores. Eu tive o prazer e a oportunidade de ter aprendido com o meu Avô João Crisóstomo, que me explicou e ensinou o ritual de engraxar o calçado. Relativamente ao nó de gravata, aprendi antes de entrar para a Academia da Força Aérea, quem me ensinou foi o meu sogro, nunca mais esqueci os seus ensinamentos.

Na minha opinião devemos não tentar destoar do meu envolvente, não sobressair demais na maneira de ataviar. Devemos sim sobressair pelo profissionalismo, ética, lealdade, empreendedorismo e dedicação.

 

João Paulino

Gestão Estratégica – Conceitos, modelos e instrumentos, ferramenta essencial n’A ARte de(A) Gerir (gUErrA)

O que me leva a escrever estas linhas é o mais recente Livro do meu amigo António Santos, Gestão Estratégica – Conceitos, modelos e instrumentos.

António Robalo Santos é Mestre em Gestão na especialidade de Estratégia, e licenciado em Gestão com especialização em Finanças, pelo ISEG (UTL), possui larga experiência empresarial, tendo desempenhado funções de responsabilidade em diferentes áreas de prestigiadas empresas nacionais e multinacionais. Tivemos o primeiro contacto profissional há perto de 10 anos e desde então somo amigos.

Foram realizadas sessões de apresentação do livro em Lisboa (no passado dia 19 de Junho de 2008, na Fnac do C. C. Colombo) e no Porto (no passado dia 26 de Junho de 2008, na Fnac do NorteShopping).

A obra reúne e analisa, num só texto e de forma articulada e consistente, o que de mais relevante existe sobre as teorias e práticas da Gestão Estratégica das organizações

Resumo do Livro

Pensar estrategicamente a Gestão muito ficou a dever aos ensinamentos milenares sobre estratégia militar compilados a partir dos escritos atribuídos a famosos generais da China antiga, como T’ai Kung e Sun Tzu, às contribuições mais recentes de outros eminentes estrategas militares (de que se destacam Clausewitz e Liddell Hart), e à própria evolução do pensamento em Gestão, sobretudo a partir do início do século XX, fortemente impulsionada, nas décadas de 1940 e 1950, pelos trabalhos de Peter Drucker.

Mais recentemente, a profusão de conceitos, teorias, modelos e instrumentos constantes de trabalhos publicados sobre Gestão Estratégica, em especial da que respeita às empresas, tem gerado alguma confusão e perplexidade.

O presente livro surge, assim, com o objectivo de reunir, analisar, organizar e estruturar, num só texto, de forma sucinta, crítica, articulada e consistente, o que de mais relevante existe sobre as teorias e práticas da Gestão Estratégica das organizações.

Destinando-se a contribuir para a melhoria dos conhecimentos sobre gestão estratégica de um grupo relativamente heterogéneo de pessoas (com formação escolar, experiência profissional e conhecimentos de economia da empresa de nível muito diverso), procurou-se elaborar um texto em linguagem simples e acessível, norteado pela preocupação de definir e caracterizar o significado preciso dos conceitos e termos utilizados e pontuado por inúmeros exemplos.

Dos temas tratados, destacam-se os seguintes:

• Capítulo I — Introdução e definição de alguns conceitos genéricos de base, relacionados com a gestão.

• Capítulo II — Génese e caracterização detalhada das principais abordagens que marcaram o desenvolvimento do pensamento em gestão.

• Capítulo III — Definição de conceitos (estratégia, táctica, segmento de mercado, grupos estratégicos, etc). Princípios intemporais da estratégia (ataque, defesa, concentração e foco, informação e desinformação, análise e planeamento, acção, segredo/surpresa, liderança e motivação), tipos de estratégias de ataque (ataque frontal, flanqueamento, cerco, bypass e guerrilha) e defesa (defesa estática, defesa móvel, ataque preventivo, contra-ataque e retirada), e critérios de selecção da estratégia a adoptar.

• Capítulo IV — Descrição e análise da evolução do pensamento em gestão estratégica e dos principais instrumentos e ferramentas de apoio à análise, reflexão, formulação e implementação de estratégias e tácticas organizacionais.

• Capítulo V — Modelos de planeamento e gestão estratégica. Definição de conceitos. Escolas de pensamento estratégico. Modelo de gestão estratégica convencional. Modelo de gestão estratégica do Balanced Scorecard (BSC).

• Capítulo VI — Gestão estratégica de organizações sem fins lucrativos. Adopção do modelo de gestão estratégica do BSC por parte de organizações sem fins lucrativos.

• Capítulo VII — Perspectivas de evolução da gestão estratégica

Comentários à obra, da autoria de relevantes personalidades do meio académico e empresarial

Este livro apresenta de uma forma estruturada os principais modelos e instrumentos de suporte à gestão estratégica das organizações. Por isso, recomendo a sua leitura a todos os gestores nacionais, na certeza de que constituirá um importante marco na literatura sobre estratégia em Portugal.”

Adriano Freire, Presidente do Grupo Executivo, Professor da Universidade Católica

Portuguesa, e Autor de Estratégia — Sucesso em Portugal

É de louvar o grande conhecimento que o autor detém sobre a matéria e o tempo de pesquisa que foi necessário para reunir, numa só obra, este universo de informação sobre gestão estratégica, baseado na análise e interpretação de inúmeros contributos de filósofos, pensadores, estrategas militares e investigadores, entre outros. Trata-se de um livro muito interessante, especialmente adequado para todos quantos se interessem pela obtenção de conhecimentos sobre esta área da gestão.”

Américo Amorim, Presidente do Grupo Amorim

“Surpreendeu-me pela positiva. É mais um compêndio do que um livro, não tendo deixado praticamente sem análise nenhum autor, nem nenhuma moda de gestão. Na vida real as “modas” criam sempre curiosidade, que é fundamental para adquirir conhecimentos novos, indispensáveis a qualquer processo de inovação. Interessante a aplicação de conceitos de gestão à máquina administrativa do Estado. É seguramente um compêndio que merece ser consultado, e pode ser muito útil a quem tem que ensinar princípios de gestão a estudantes universitários. Vou aconselhá-lo dentro do Grupo, e recomendar futuramente o seu estudo a cidadãos integrados no sector público”.

Belmiro de Azevedo, Chairman do Grupo Sonae

“Nada é mais importante para uma empresa, para uma organização ou para uma comunidade do que a Estratégia. A Estratégia não se compra. Constrói-se a partir de repositórios de conhecimento que estimulam o pensamento estratégico. Este livro é um repositório que recomendo a todos os que desejam ser protagonistas estratégicos num mundo em mudança.”

Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, e Professor da Universidade de Évora

“Obra de grande relevância que aborda um tema abrangente duma forma metódica e rigorosa, aliando a perspectiva teórica à componente prática. Trata-se de um verdadeiro manual, instrumento de trabalho e de consulta, com a particularidade de incluir também uma reflexão orientadora para as organizações sem fins lucrativos e de apresentar perspectivas de evolução da gestão estratégica.”

Francisco Murteira Nabo, Presidente do Conselho de Administração da Galp Energia e Bastonário da Ordem dos Economistas

“Quem, como eu, tenha responsabilidades na direcção de empresas, encontrará em “Gestão Estratégica” um excelente instrumento de trabalho. Por um lado, porque no plano intelectual, a sua leitura obriga a repensar conceitos e projectos. Por outro, porque é também uma obra de consulta, ou seja, um apoio útil na solução de problemas concretos.”

Francisco Pinto Balsemão, Presidente do Grupo Impresa

“Nos dias de hoje, com o mercado em globalização, e a quantidade de ajustamentos que, por isso, forçosamente teremos que fazer, nada mais adequado para sobreviver e, mais importante ainda, progredir e acrescentar valor ao património, do que dispor de alguns livros que ajudem a entender onde estamos, e por onde poderemos vir a caminhar. Para tal, o entendimento da Gestão Estratégica é fundamental. Sem dúvida, vivemos tempos curiosos. Talvez fosse bom para a Velha e dormente Europa olhar para o pragmatismo de uma China, ou para a flexibilidade dos EUA, já para não falar de um Brasil que não pára de crescer. Leiam este livro que tem uma série de reflexões que poderão vir a ser úteis.”

João Pereira Coutinho, Presidente do Grupo SGC

“O leitor está perante uma das mais completas obras em língua portuguesa sobre Estratégia Organizacional. Completo, bem construído e rigoroso na abordagem histórica e conceptual do tema, este livro constitui-se como um excelente manual de referência tanto para a comunidade prática, como para a população estudantil.”

Luis Nazaré, Presidente do Conselho de Administração dos CTT — Correios de Portugal, e Professor do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa

Como professor universitário sei bem o trabalho que é exigido para realizar um manual com esta extensão temática, e a falta que existe no mercado português de obras desta natureza, pelo que felicito o autor pelo esforço, rigor e oportunidade deste livro. É particularmente louvável que na sua origem esteja a formação em estratégia para organizações sem fins lucrativos, pois é um sinal que as organizações do 3º sector estão a perceber que o voluntarismo, sendo importante, não é suficiente para uma gestão eficaz dos recursos.”

Luís Reto, Presidente (e Professor) do ISCTE — Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

“A forma clara e exaustiva com que o autor aborda este complexo tema, deve merecer de nós (profissionais do ramo) e não só, reconhecimento, admiração e respeito. Trata-se de uma obra que vai certamente servir como fonte de inspiração para resolução dos imensos e sempre diferentes problemas que enfrentamos todos os dias nesta arte.”

Manuel Vicente, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol — Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola

“Com um estilo vincado e forte, que marcará de forma indelével aqueles que a lerem, esta obra é mesmo um auxiliar perfeito para aqueles que detêm responsabilidades na gestão estratégica e em qualquer área de actividade do nosso tecido empresarial. Também para o público estudantil que decidiu enveredar pela formação na área da gestão, transmite ideias e conceitos bastante válidos, muito úteis quando chegar a altura de colocar em prática o aprendido nos anos de formação. Um livro importantíssimo. A sociedade precisa de obras como esta de António Robalo Santos.”

Salvador Caetano, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Salvador Caetano

Um grande abraço António, e obrigado por tornares simples o complicado, essencialmente pela estratégia aplicada ao modo como expões, trabalhas este complexo e vasto tema.

João Paulino

 

A ARte dA gUErrA, depende do guerreiro, mas…

“Conhece-te a ti próprio e ao teu adversário e em cem batalhas vencerás cem; Se te conheceres mas não conheceres o teu adversário, em cem batalhas vencerás cinquenta; Se não te conheceres nem conheceres o teu adversário, em cem batalhas não vencerás nem uma.”

 

Não podia abordar este tema sem referir a Estratégia Militar de Sun Tzu e Seis Ensinamentos Secretos de T’ai Kung.

 

Relativamente ao livro Estratégia Militar de Sun Tzu podemos consulta-lo em Português em http://suntzu-artedaguerra.blogspot.com/ e em Inglês http://www.sonshi.com/learn.html

 

No livro Os Seis Ensinamentos Secretos de T’ai Kung, podemos encontrar o que pretendíamos no Livro Arte da Guerra de Sun Tzu:

 

Os conceitos e os procedimentos de uma visão estratégica global que antecipa as modernas manifestações da manobra subversiva, incluindo os terrorismos e as guerrilhas.

 

            Relativamente à estratégia do fraco e do forte, explica o modo como o menos poderoso ou seja o fraco, apesar da sua inferioridade atormentadora pode vencer o mais poderoso. T’ai Kung analisa em pormenor variadas situações e explica individualmente quais as atitudes e acções que o fraco deverá tomar para obter superioridade.

 

T’ai Kung, viveu no século XI a.C., no período de transição da dinastia Shang para a dinastia Chou. É um personagem histórico ao qual é atribuída a autoria de “Os Seis Ensinamentos Secretos”, e pode ser considerado o pai dos estudos estratégicos e o primeiro grande General – Estratega que teve a oportunidade de colocar em prática os principais resultados das suas reflexões, afirmando-se assim como o paradigma original da sabedoria em acção. Concebeu e colaboru na concretização de planos bastante sofisticados com o objectivo de derrubar a dinastia dos Shang. Serviu os reis Wen e Wu do Estado de Chou durante cerca de vinte anos, como conselheiro em assuntos estratégicos, consultor político-militar, confidente e comandante de forças em campanha.

 

Excertos extraídos d’Os Seis Ensinamentos Secretos:

 

Rei Wen: “Podes falar-me do Tao dos velhos Sábios – onde começa e onde acaba?”

 

T’ai Kung: “Se vemos bem, mas somos lentos a agir, se o momento de agir chega e hesitamos, se sabemos que algo está errado mas pactuamos com isso – é nestas três situações que o Tao fica ausente. (…) Aquele que se distingue na guerra não desperdiça uma vantagem, quando dela se apercebe, nem será assaltado pela dúvida, no momento decisivo. Aquele que desperdiça uma vantagem ou que se atrasa no momento de agir confrontar-se-á com o desastre. Por este facto, aquele que é sábio age no momento certo e não desperdiça uma vantagem; o general hábil é decidido e não tem dúvidas.”

(…)

 

- O rei Wu perguntou a T’ai Kung: “Como deve ser um general?”

 

- T’ai Kung retorquiu: “Os generais têm cinco talentos fundamentais e dez excessos.”

 

- O rei Wu inquiriu: “Posso pedir-te que os enumeres?”

 

- T’ai Kung explicou então: “Aquilo a que nos referimos como os ‘cinco talentos’ são a coragem, a sabedoria, a benevolência, a honradez e a lealdade.

Se for corajoso, não pode ser esmagado.

Se for sábio, não pode ser arrastado para a confusão.

Se for benevolente, amará os seus homens.

Se for honrado, não será traiçoeiro.

Se for leal, não terá duas opiniões.

 

João Paulino

Ainda sobre a Iniciativa Magalhães

Existem notícias de alguns insucessos ao tentar introduzir gerigonças e outros artefactos na tecnologia da educação, no entanto dependendo do ponto de vista, pode ser que sejam na realidade sinais de maturidade e de conhecimento do papel interpretado pela tecnologia da educação. Estas geringonças frutos de uma Era tecnológica encontram-se presentes em muitos sectores da sociedade, porque não utiliza-las na educação?

A simples aquisição ou atribuição de Hardware não é suficiente para atingir todas as potencialidades fornecidas e disponibilizadas pela tecnologia, sabemos que não existem soluções fáceis e rápidas para este objectivo. É importante ter em mente que os meios de entretenimento ou que o permitam, não são obrigatoriamente bons veículos de aprendizagem.

A Educação/Ensino não é fácil de ser revolucionada, mas claro que podemos acelerar a sua evolução. Temos a consciência  que pertencemos a uma sociedade onde a informação e o conhecimento são fundamentais num meio cada vez mais competitivo e exigente  e que requer formas inovadoras e atractivas de aprendizagem e ensino. 

Durante décadas o computador pessoal de secretária ou portátil teve como alvo principal os adultos e o sector empresarial, quer pelo custo associado, quer pela sua ergonomia e portabilidade, felizmente nos últimos 10 anos temos assistido a uma divulgação e massificassão destes equipamentos no sector doméstico.

Não querendo retirar a extrema importância do professor e das técnicas de ensino, mas o pequeno portátil “Magalhães”, especialmente desenvolvido para as crianças entre os 6 e 10 anos de idade, que pela sua portabilidade, ergonomia, robustez e custo, associado a software de ensino apropriado, pode fazer a diferença no processo de ensinar e aprender.

João Paulino