A Crise e o seu reflexo na DBA BOX

A Crise e o seu reflexo na DBA BOX

Como resultado da actual crise ou por simples falta de recursos humanos e ainda sobre o capa da redução de custo a que os departamentos de TI se encontram sujeitos, estes recorrem a préstimos de DBA BOX externas. Não me parece uma opção descabida, no entanto há que ter cautela, e porquê? Bom, vou tentar explicar e abordando as diferentes vertentes na gestão de serviços da DBA BOX associada a práticas “ITSM/ITIL” e metodologias “Agile”.

Será que os elementos da DBA BOX são suficientes para trocar a sua lâmpada?

O que quero perguntar é se DBA BOX possui recursos suficientes para garantir a correcta e eficiente administração e manutenção do conjunto de base de dados a seu cargo, e nos sistemas considerados críticos uma disponibilidade operacional contínua numa base 24 X 7.

Quais as normas, e processos que a DBA BOX está sujeita e deve cumprir?

Qual é a garantia que são cumpridos todos os procedimentos, que as cópias de segurança são fiáveis e encontram-se em condições de serem utilizadas, as regras de segurança, confidencialidade estão a ser contempladas?

Os dados mais críticos e sensíveis estão a salvo de acções de má fé ou de espionagem?

Qual o método e métricas de avaliação de desempenho de cada elemento da DBA BOX?

A qualquer momento sabe-se quem é o recurso responsável por determinada intervenção? Ou estão encapsulados na DBA BOX? Recursos eficazes, correctos e com brio profissional têm nome e constroem um portfólio.

Quem é que controla, verifica e auditas as acções da DBA BOX?

Cerca de 75% dos problemas com base de dados são originados por erro humano. Uma parte por negligência ou desleixo, mas a maioria por falta de proficiência. As coisas más acontecem, e acontecem de um modo muito fácil e rápido!

Além de prometer que se fornece um nível de serviço da DBA BOX, é necessário garantir e efectivar essa promessa. Para se alcançar esse objectivo é necessário gerir a DBA BOX de forma alinhada com as necessidades e perspectiva do cliente em deternimento do tecnológico. Reduzir os custos e entregar valor ao negócio, migrar de uma prática de perspectiva tecnológica para uma prática de serviço.

É imprescindível retribuir condignamente o cumprimento dos requisitos e expectativas do cliente e do seu negócio ao nível da qualidade do serviço da DBA BOX, aquele deverá ser capaz de avaliar e mesurar a contribuição do serviço da DBA BOX na cadeia de valor do seu negócio. Para obter essa métrica deve-se colocar o cliente a participar na avaliação contínua e no entendimento do serviço da DBA BOX e as suas expectativas futuras do mesmo e preparação para os desafios empresariais do cliente.

O objectivo do PCDA ou ciclo de Deming é tornar claros e ágeis os processos envolvidos na gestão, neste caso na gestão de qualidade do serviço da DBA BOX e divide-se em quatro passos:

 - Planear

 - Executar

 - Verificar

 - Agir

 Fase 1. Planear (PLAN)

Esta fase é desenvolvida tendo como base as necessidades e orientações do cliente e do seu negócio. Quando é iniciada esta fase deve ter em consideração 3 pontos importantes:

                – Determinar os objectivos, incidindo nos itens de controlo.        

                – Estabelecer e o percurso para atingir os objectivos.

                – Seleccionar pelos métodos a utilizar para alcançar os objectivos.

Após decidir os objectivos, recorre-se a uma metodologia correcta para alcançar os resultados pretendidos.

Fase 2. Executar o Plano(DO)

                – Treinar para alcançar a proficiência na metodologia a ser utilizada.

                – Executar o processo cumprindo o método.

                – Recolher a informação pertinente para verificação e validação do processo.

As tarefas devem ser executadas exactamente e cumprindo os planos.

Fase 3. Verificar os resultados do Plano Executado (CHECK)

                – É durante esta fase que são validados os processos e avalia-se os resultados obtidos:

                – Verificar se as acções foram realizadas de acordo com o padrão.

                – Comparar os valores/resultados com o padrão/norma/boas práticas.

Aferir se os itens de controlo correspondem aos dos objectivos.

 

Fase 4. Realizar acções correctivas ao Plano Executado e Verificado(ACT)

                – Estas acções devem ser baseadas nos resultados da fase 3.

                – Se os resultados se desviarem do padrão, iniciar as acções necessárias para os corrigir.

                – Caso se encontrem fora do padrão, deve-se investigar a causa ou origem e providenciar acções de prevenção e correcção.

Melhorar de forma continuada o processo de trabalho e o método.

A DBA BOX Ágil encontra-se envolvida e comprometida com a segurança, disponibilidade, confidencialidade, evolução e comportamento dos dados numa ou várias Base de Dados. Para além das competências técnicas tradicionais de administração, programação, modelação de dados, realização de testes, etc, deverá possuir conhecimentos sobre os processos de software, bem como competências que lhe permitam uma colaboração efectiva com profissionais de outras BOX’s, por exemplo: equipas de desenvolvimento, arquitectos e engenheiros de  Base de Dados, para esta colaboração a DBA BOX deverá possuir conhecimentos gerais de OOP, UML entre outras. A acção da DBA BOX deverá ser evolutiva e interactiva e tem que adaptar-se ao modernos processos de desenvolvimento (i.e.: Unified Process  ou XP).

 

João Paulino

Database Architect 

Gestão Estratégica – Conceitos, modelos e instrumentos, ferramenta essencial n’A ARte de(A) Gerir (gUErrA)

O que me leva a escrever estas linhas é o mais recente Livro do meu amigo António Santos, Gestão Estratégica – Conceitos, modelos e instrumentos.

António Robalo Santos é Mestre em Gestão na especialidade de Estratégia, e licenciado em Gestão com especialização em Finanças, pelo ISEG (UTL), possui larga experiência empresarial, tendo desempenhado funções de responsabilidade em diferentes áreas de prestigiadas empresas nacionais e multinacionais. Tivemos o primeiro contacto profissional há perto de 10 anos e desde então somo amigos.

Foram realizadas sessões de apresentação do livro em Lisboa (no passado dia 19 de Junho de 2008, na Fnac do C. C. Colombo) e no Porto (no passado dia 26 de Junho de 2008, na Fnac do NorteShopping).

A obra reúne e analisa, num só texto e de forma articulada e consistente, o que de mais relevante existe sobre as teorias e práticas da Gestão Estratégica das organizações

Resumo do Livro

Pensar estrategicamente a Gestão muito ficou a dever aos ensinamentos milenares sobre estratégia militar compilados a partir dos escritos atribuídos a famosos generais da China antiga, como T’ai Kung e Sun Tzu, às contribuições mais recentes de outros eminentes estrategas militares (de que se destacam Clausewitz e Liddell Hart), e à própria evolução do pensamento em Gestão, sobretudo a partir do início do século XX, fortemente impulsionada, nas décadas de 1940 e 1950, pelos trabalhos de Peter Drucker.

Mais recentemente, a profusão de conceitos, teorias, modelos e instrumentos constantes de trabalhos publicados sobre Gestão Estratégica, em especial da que respeita às empresas, tem gerado alguma confusão e perplexidade.

O presente livro surge, assim, com o objectivo de reunir, analisar, organizar e estruturar, num só texto, de forma sucinta, crítica, articulada e consistente, o que de mais relevante existe sobre as teorias e práticas da Gestão Estratégica das organizações.

Destinando-se a contribuir para a melhoria dos conhecimentos sobre gestão estratégica de um grupo relativamente heterogéneo de pessoas (com formação escolar, experiência profissional e conhecimentos de economia da empresa de nível muito diverso), procurou-se elaborar um texto em linguagem simples e acessível, norteado pela preocupação de definir e caracterizar o significado preciso dos conceitos e termos utilizados e pontuado por inúmeros exemplos.

Dos temas tratados, destacam-se os seguintes:

• Capítulo I — Introdução e definição de alguns conceitos genéricos de base, relacionados com a gestão.

• Capítulo II — Génese e caracterização detalhada das principais abordagens que marcaram o desenvolvimento do pensamento em gestão.

• Capítulo III — Definição de conceitos (estratégia, táctica, segmento de mercado, grupos estratégicos, etc). Princípios intemporais da estratégia (ataque, defesa, concentração e foco, informação e desinformação, análise e planeamento, acção, segredo/surpresa, liderança e motivação), tipos de estratégias de ataque (ataque frontal, flanqueamento, cerco, bypass e guerrilha) e defesa (defesa estática, defesa móvel, ataque preventivo, contra-ataque e retirada), e critérios de selecção da estratégia a adoptar.

• Capítulo IV — Descrição e análise da evolução do pensamento em gestão estratégica e dos principais instrumentos e ferramentas de apoio à análise, reflexão, formulação e implementação de estratégias e tácticas organizacionais.

• Capítulo V — Modelos de planeamento e gestão estratégica. Definição de conceitos. Escolas de pensamento estratégico. Modelo de gestão estratégica convencional. Modelo de gestão estratégica do Balanced Scorecard (BSC).

• Capítulo VI — Gestão estratégica de organizações sem fins lucrativos. Adopção do modelo de gestão estratégica do BSC por parte de organizações sem fins lucrativos.

• Capítulo VII — Perspectivas de evolução da gestão estratégica

Comentários à obra, da autoria de relevantes personalidades do meio académico e empresarial

Este livro apresenta de uma forma estruturada os principais modelos e instrumentos de suporte à gestão estratégica das organizações. Por isso, recomendo a sua leitura a todos os gestores nacionais, na certeza de que constituirá um importante marco na literatura sobre estratégia em Portugal.”

Adriano Freire, Presidente do Grupo Executivo, Professor da Universidade Católica

Portuguesa, e Autor de Estratégia — Sucesso em Portugal

É de louvar o grande conhecimento que o autor detém sobre a matéria e o tempo de pesquisa que foi necessário para reunir, numa só obra, este universo de informação sobre gestão estratégica, baseado na análise e interpretação de inúmeros contributos de filósofos, pensadores, estrategas militares e investigadores, entre outros. Trata-se de um livro muito interessante, especialmente adequado para todos quantos se interessem pela obtenção de conhecimentos sobre esta área da gestão.”

Américo Amorim, Presidente do Grupo Amorim

“Surpreendeu-me pela positiva. É mais um compêndio do que um livro, não tendo deixado praticamente sem análise nenhum autor, nem nenhuma moda de gestão. Na vida real as “modas” criam sempre curiosidade, que é fundamental para adquirir conhecimentos novos, indispensáveis a qualquer processo de inovação. Interessante a aplicação de conceitos de gestão à máquina administrativa do Estado. É seguramente um compêndio que merece ser consultado, e pode ser muito útil a quem tem que ensinar princípios de gestão a estudantes universitários. Vou aconselhá-lo dentro do Grupo, e recomendar futuramente o seu estudo a cidadãos integrados no sector público”.

Belmiro de Azevedo, Chairman do Grupo Sonae

“Nada é mais importante para uma empresa, para uma organização ou para uma comunidade do que a Estratégia. A Estratégia não se compra. Constrói-se a partir de repositórios de conhecimento que estimulam o pensamento estratégico. Este livro é um repositório que recomendo a todos os que desejam ser protagonistas estratégicos num mundo em mudança.”

Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, e Professor da Universidade de Évora

“Obra de grande relevância que aborda um tema abrangente duma forma metódica e rigorosa, aliando a perspectiva teórica à componente prática. Trata-se de um verdadeiro manual, instrumento de trabalho e de consulta, com a particularidade de incluir também uma reflexão orientadora para as organizações sem fins lucrativos e de apresentar perspectivas de evolução da gestão estratégica.”

Francisco Murteira Nabo, Presidente do Conselho de Administração da Galp Energia e Bastonário da Ordem dos Economistas

“Quem, como eu, tenha responsabilidades na direcção de empresas, encontrará em “Gestão Estratégica” um excelente instrumento de trabalho. Por um lado, porque no plano intelectual, a sua leitura obriga a repensar conceitos e projectos. Por outro, porque é também uma obra de consulta, ou seja, um apoio útil na solução de problemas concretos.”

Francisco Pinto Balsemão, Presidente do Grupo Impresa

“Nos dias de hoje, com o mercado em globalização, e a quantidade de ajustamentos que, por isso, forçosamente teremos que fazer, nada mais adequado para sobreviver e, mais importante ainda, progredir e acrescentar valor ao património, do que dispor de alguns livros que ajudem a entender onde estamos, e por onde poderemos vir a caminhar. Para tal, o entendimento da Gestão Estratégica é fundamental. Sem dúvida, vivemos tempos curiosos. Talvez fosse bom para a Velha e dormente Europa olhar para o pragmatismo de uma China, ou para a flexibilidade dos EUA, já para não falar de um Brasil que não pára de crescer. Leiam este livro que tem uma série de reflexões que poderão vir a ser úteis.”

João Pereira Coutinho, Presidente do Grupo SGC

“O leitor está perante uma das mais completas obras em língua portuguesa sobre Estratégia Organizacional. Completo, bem construído e rigoroso na abordagem histórica e conceptual do tema, este livro constitui-se como um excelente manual de referência tanto para a comunidade prática, como para a população estudantil.”

Luis Nazaré, Presidente do Conselho de Administração dos CTT — Correios de Portugal, e Professor do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa

Como professor universitário sei bem o trabalho que é exigido para realizar um manual com esta extensão temática, e a falta que existe no mercado português de obras desta natureza, pelo que felicito o autor pelo esforço, rigor e oportunidade deste livro. É particularmente louvável que na sua origem esteja a formação em estratégia para organizações sem fins lucrativos, pois é um sinal que as organizações do 3º sector estão a perceber que o voluntarismo, sendo importante, não é suficiente para uma gestão eficaz dos recursos.”

Luís Reto, Presidente (e Professor) do ISCTE — Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

“A forma clara e exaustiva com que o autor aborda este complexo tema, deve merecer de nós (profissionais do ramo) e não só, reconhecimento, admiração e respeito. Trata-se de uma obra que vai certamente servir como fonte de inspiração para resolução dos imensos e sempre diferentes problemas que enfrentamos todos os dias nesta arte.”

Manuel Vicente, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol — Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola

“Com um estilo vincado e forte, que marcará de forma indelével aqueles que a lerem, esta obra é mesmo um auxiliar perfeito para aqueles que detêm responsabilidades na gestão estratégica e em qualquer área de actividade do nosso tecido empresarial. Também para o público estudantil que decidiu enveredar pela formação na área da gestão, transmite ideias e conceitos bastante válidos, muito úteis quando chegar a altura de colocar em prática o aprendido nos anos de formação. Um livro importantíssimo. A sociedade precisa de obras como esta de António Robalo Santos.”

Salvador Caetano, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Salvador Caetano

Um grande abraço António, e obrigado por tornares simples o complicado, essencialmente pela estratégia aplicada ao modo como expões, trabalhas este complexo e vasto tema.

João Paulino

 

A ARte dA gUErrA, depende do guerreiro, mas…

“Conhece-te a ti próprio e ao teu adversário e em cem batalhas vencerás cem; Se te conheceres mas não conheceres o teu adversário, em cem batalhas vencerás cinquenta; Se não te conheceres nem conheceres o teu adversário, em cem batalhas não vencerás nem uma.”

 

Não podia abordar este tema sem referir a Estratégia Militar de Sun Tzu e Seis Ensinamentos Secretos de T’ai Kung.

 

Relativamente ao livro Estratégia Militar de Sun Tzu podemos consulta-lo em Português em http://suntzu-artedaguerra.blogspot.com/ e em Inglês http://www.sonshi.com/learn.html

 

No livro Os Seis Ensinamentos Secretos de T’ai Kung, podemos encontrar o que pretendíamos no Livro Arte da Guerra de Sun Tzu:

 

Os conceitos e os procedimentos de uma visão estratégica global que antecipa as modernas manifestações da manobra subversiva, incluindo os terrorismos e as guerrilhas.

 

            Relativamente à estratégia do fraco e do forte, explica o modo como o menos poderoso ou seja o fraco, apesar da sua inferioridade atormentadora pode vencer o mais poderoso. T’ai Kung analisa em pormenor variadas situações e explica individualmente quais as atitudes e acções que o fraco deverá tomar para obter superioridade.

 

T’ai Kung, viveu no século XI a.C., no período de transição da dinastia Shang para a dinastia Chou. É um personagem histórico ao qual é atribuída a autoria de “Os Seis Ensinamentos Secretos”, e pode ser considerado o pai dos estudos estratégicos e o primeiro grande General – Estratega que teve a oportunidade de colocar em prática os principais resultados das suas reflexões, afirmando-se assim como o paradigma original da sabedoria em acção. Concebeu e colaboru na concretização de planos bastante sofisticados com o objectivo de derrubar a dinastia dos Shang. Serviu os reis Wen e Wu do Estado de Chou durante cerca de vinte anos, como conselheiro em assuntos estratégicos, consultor político-militar, confidente e comandante de forças em campanha.

 

Excertos extraídos d’Os Seis Ensinamentos Secretos:

 

Rei Wen: “Podes falar-me do Tao dos velhos Sábios – onde começa e onde acaba?”

 

T’ai Kung: “Se vemos bem, mas somos lentos a agir, se o momento de agir chega e hesitamos, se sabemos que algo está errado mas pactuamos com isso – é nestas três situações que o Tao fica ausente. (…) Aquele que se distingue na guerra não desperdiça uma vantagem, quando dela se apercebe, nem será assaltado pela dúvida, no momento decisivo. Aquele que desperdiça uma vantagem ou que se atrasa no momento de agir confrontar-se-á com o desastre. Por este facto, aquele que é sábio age no momento certo e não desperdiça uma vantagem; o general hábil é decidido e não tem dúvidas.”

(…)

 

- O rei Wu perguntou a T’ai Kung: “Como deve ser um general?”

 

- T’ai Kung retorquiu: “Os generais têm cinco talentos fundamentais e dez excessos.”

 

- O rei Wu inquiriu: “Posso pedir-te que os enumeres?”

 

- T’ai Kung explicou então: “Aquilo a que nos referimos como os ‘cinco talentos’ são a coragem, a sabedoria, a benevolência, a honradez e a lealdade.

Se for corajoso, não pode ser esmagado.

Se for sábio, não pode ser arrastado para a confusão.

Se for benevolente, amará os seus homens.

Se for honrado, não será traiçoeiro.

Se for leal, não terá duas opiniões.

 

João Paulino